<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8867146885916526314</id><updated>2012-02-03T10:28:10.650-08:00</updated><title type='text'>passagens</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://labirintico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8867146885916526314/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://labirintico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>labirintico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09953506266462508735</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8867146885916526314.post-1482357849245123081</id><published>2010-12-04T07:19:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T10:28:10.666-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Um processo sobre outro processo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta página condensa parte do processo de investigação e criação, em andamento, do programa de pós-graduação da Unicamp (2010/2011), tendo como tema central o labirinto como metáfora do conhecimento de si e do mundo, em diálogo com os demais temas pesquisados na Unicamp. Todos os textos, vídeos, fotografias, audios,fotomontagens, etc; são de minha autoria, excepto se houver indicação em contrário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convergências em Devir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convergências em Devir reconstrói uma série de aulas ministrada durante o segundo semestre de 2011 no Instituto de Artes, construindo um rizomático fluxo de vivências, acontecimentos e improvisos. O vídeo inter-relaciona diferentes linguagens, tanto teatrais, textuais, visuais e sonoras, buscando uma junção e significação imagética sobre o agir e pensar, percorrendo um labirinto de linguagens acumuladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/xrKxm6IEv2s" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convergências em Devir (pesquisa apresentada em Dezembro de 2011)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sociedade atual, onde a informação e o tempo correm velozes, não é possível pensar em sistemas convencionais de comunicação. Cada inovação tecnológica modifica valores, hábitos e costumes, estabelecendo novos padrões de realidade cada vez mais exigentes no que diz respeito à utilização da tecnicidade. Podemos estender, este raciocínio para uma cultura globalizada, dizendo que o futuro se organiza em partículas de acontecimentos onde tende a se juntar.&lt;br /&gt;Colocamos aqui a idéia de partícula para explorar o conceito de hibrido.  Fruto do efeito da globalização o hibridismo se expande pelos diversos campos do conhecimento, assim como na ciência, filosofia e arte, dando vazão a uma nova complexidade que regem os ambientes do conhecimento, mais especificamente a linguagem da imagem e a escrita. Para Foulcault,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nas histórias das idéias, do pensamento e das ciências, a mesma mutação provocou um efeito inverso: dissociou a longa série constituída pelo progresso da consciência, ou a teologia da razão, ou a evolução do pensamento humano; pôs em questão, novamente, os temas da convergência e da realização; colocou em duvida as possibilidades da totalização. Ela ocasionou a individualização de séries diferentes, que se justapõem, se sucedem, se sobrepõem, se entrecruzam, sem que se possa reduzir-las a um esquema linear. (Foulcault; 1997, p.9) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro de Cabeçeira - Peter Greenaway&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/5KbQZxu9YVo?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada inovação tecnológica modifica valores, hábitos e costumes, estabelecendo novos padrões de realidade cada vez mais exigentes no que diz respeito à utilização da tecnicidade, possibilitando maior liberdade dos limites criativos, contribuindo para a expansão em processo de criação entre as linguagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro Caosmose, Guatarri (1982:23) nos aponta os novos processos do mundo globalizado e fala que “as convulsões contemporâneas exigem, sem dúvida, uma modelização mais voltada para o futuro e a emergência de novas práticas sociais e estéticas em todos os domínios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a convergência das mídias os realizadores manipulam seus códigos de operação constituindo uma nova forma de criação em que o hibrido se torna uma mistura heterogênea sem que suas partes se unifiquem. &lt;br /&gt;Ao ser "atingido" a partir de um trabalho hibrido, o observador desencadeia um processo no qual é estimulado em sua sensibilidade, em sua memória. Para Calabrese (1987:103) “igualmente se pode reconhecer uma estética da recepção baseada em fragmento. Esta consiste na quebra casual de continuidade e da integridade de um a obra, e no gozar das partes assim obtidas e tornadas autônomas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Última Tempestade - Peter Greenaway - Parte 1/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/VnpHDYsivS4?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio da convergência temos a possibilidade de entrarmos em inúmeras sensações e descobertas e muitas vezes captamos sentimentos que nos remete a nós mesmos, à convivência com o outro e nossa condição existencial. Para Heidegger (1999:77) “o movimento percebido ou realizado deve ser compreendido evidentemente não no sentido de uma forma inteligível (idéia), que se atualizaria numa matéria, mas de uma forma sensível (gestalt) que organiza o campo perceptivo em função de uma consciência intencional em situação” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação que aqui é exposta parte do interior das experiências cotidianas, a ação de desenvolve no contato e diálogo com o outro e seu redor, levando em conta que é a partir da experiência que entendemos a compreensão do ser humano dentro do tempo, seus pensamentos e ações. Para Heidegger “o tempo é o ponto de partida do qual a presença sempre compreende e interpreta implicitamente o ser”, portanto se o tempo é como um registro de toda compreensão e interpretação do ser, então, as experiências adquiridas se orientam nos questionamento, descobertas e aprendizados, permitindo assim, a organização do tempo individual e coletivo.&lt;br /&gt;Em seu livro Esculpir o Tempo, Tarkoviski nos fala que (1998:66) “o tempo não pode desaparecer sem deixar vestígios, pois é uma categoria espiritual e subjetiva e o tempo por nós vivido fixa-se em nossa alma como uma experiência no interior do tempo”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Última Tempestade - Peter Greenaway - Parte 2/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/44zTDvWpGww?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vivências individuais e coletivas fixadas pelo tempo determinam o sistema de culturação das sociedades, sendo elas carregadas por um intenso processo subjetivo.  Para Guatarri (1982:20) a definição da subjetividade é “o conjunto das condições que torna possível que instâncias individuais e/ou coletivas estejam em posição de emergir como território existencial auto referencial, em adjacência ou em relação de delimitação com uma alteridade ela mesma subjetiva” &lt;br /&gt;Com a convergência e potencialidade de criação, abre-se a possibilidade de significados múltiplos. Intensificam-se as formas de dizer e amplia nossa percepção, sensibilidade e visão de mundo. Segundo Guatarri as intâncias subjetivas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“implicam conjuntamente, instâncias humanas inter-subjetivas manifestada pela linguagem e instancias sugestivas ou identificatórias concernentes a etologia, interação, dispositivos maquínicos, tais como aqueles que recorrem ao trabalho com computador, universos de referencias incorporais, tais como aqueles relativos a musica e as artes plásticas...Essa parte não-humana pré-pessoal da subjetividade é essencial, já que é a partir dela que se pode desenvolver sua heterogênese. (Guatarri; 1992, p.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/xHUP-ZfaqNU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta integração entre as linguagens dos sons, textos e imagens promove uma redefinição dos padrões até então “estabelecidos”, sendo o seu futuro ainda inserto quanto a possibilidade de construção de novos meios de percepções tanto do conhecer, ouvir, ver e comunicar, ampliando assim ao homem seu potencial de idealizar realidades. &lt;br /&gt;Não sabemos mais o que é o agir a partir de nossas próprias capacidades de pensarmos o que para nós nos interessa. O sistema globalizado capitalista tem contribuido para as conquistas do mundo material e humano, disciplinando seus membros e formando novas gerações nos valores que dão sustentação à sociedade vigente; alienando as pessoas, seja através de filantropias, assistencialismo ou acomodações por parte de algumas áreas do saber; com suas promessas falsas, provenientes de “fontes oficiais fidedignas”, a qual é imposta o que devemos pensar, comer, vestir, morar e se comportar; suas regras que buscam estabelecer a rigidez, a hierarquia e a burocracia, ao invés de realmente servir as finalidades humanas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui em diante tem-se por sabido que não poderíamos recorrer, para descrevermos o mundo bruto, a nenhuma dessas “verdades” estabelecidas em que nos baseamos diariamente, idéias essas crivadas, na realidade, de obscuridades, e das quais só poderiam ser expurgadas através da vocação do mundo bruto e do trabalho de conhecimento que as colocou sobre ele como superestruturas. (Heidegger; 1999, p.153-154)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origens e Processos Formais nas Multimediações da obra de Peter Greenaway&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/sQTeSTmXScE?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos de novas experiências, livres, preferencialmente não hierárquica, plenas de entusiasmos e experiências de aprendizagem, onde há uma união principalmente por um sentido profundo de comunidade e que não tenha nenhum vestígio de autoridade, e que seus projetos sejam eficazes, diversificados e criativos.  Para Calabrese “ o progresso das idéias nasce quase sempre da descoberta de relações impensadas, de ligações inauditas, de redes inimaginadas.  p 21 As historia se ramificam e se entrecruzam, ao invéz de percorrer um caminho (narrativa) linear, as seqüências percorrem outras naturezas e dimensões. Para Lévy (1995:21) “a diversidade e o afluxo dos saberes hoje é tal que nenhum indivíduo, e principalmente nenhum grupo fechado, pode mais possuir o conjunto dos conhecimentos como ainda era possível nas sociedades arcaicas ou tradicionais. A inteligência, o pensamento, o conhecimento estão condenados à partilha, à abertura.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais que a descoberta de novas possibilidades de existências, depende de nossas próprias vivencias, experiências e descobertas de novas percepções interiores de nós mesmos e do mundo, onde nos aventuremos a entrar em contato intenso com todas as leituras que temos do nosso ser, e a partir disso adquirir maior harmonia interior, sendo assim, que os planos e projetos pessoais contribua junto ao coletivo e que estes sejam o norte para nosso caminhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shekespeare - Histórico - Parte 1/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/Pz96YuyxYf0?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shekespeare - Histórico - Parte 2/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/jYR-lcX_6oQ?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shekespeare – ApresentaçãoTeatral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="725" height="449" src="http://www.youtube.com/embed/wekxpvwIBK8?hl=en&amp;fs=1" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="853" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/KYsASw_8IYA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="853" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/dQ1swmPk4RY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BORGES, Jorge Luis. Obras completas. vol. 1. São Paulo: Globo, 1998&lt;br /&gt;CALABRESE, Omar. A idade Neobarroca. São Paulo: Martins Fontes, 1987&lt;br /&gt;FOULCAULT, Michel. A arqueologia do saber.  Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997&lt;br /&gt;GUATARRI, Félix. Caosmose um novo paradigma estético. Rio de Janeiro:  Ed. 34, 1992&lt;br /&gt;HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Petrópolis: Ed. Vozes 8ºed. 1999&lt;br /&gt;LÉVY, Pierre e AUTHIER, Michel. As árvores do conhecimento. São Paulo: Ed. Escuta, 1995&lt;br /&gt;TARKOVISKI, Andrei. Esculpir o tempo. São Paulo: Martins Fontes, 1998&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8867146885916526314-1482357849245123081?l=labirintico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://labirintico.blogspot.com/feeds/1482357849245123081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://labirintico.blogspot.com/2010/12/teste-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8867146885916526314/posts/default/1482357849245123081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8867146885916526314/posts/default/1482357849245123081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://labirintico.blogspot.com/2010/12/teste-1.html' title=''/><author><name>labirintico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09953506266462508735</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/xrKxm6IEv2s/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
